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A Coleção Tâmaras Douradas nasce da conexão entre as abelhas, a cera e as tâmaras e suas ligações com Kemet. A cera de abelha é a cera mais antiga utilizada e a tamareira é uma das árvores mais antigas existente, são símbolo de transição e passagem, guardiãs do tempo e de diversas histórias com muitas civilizações.


No Antigo Egito, a cera de abelha era considerada um presente divino, eles a utilizavam  para embalsamar corpos, como um elo entre o mundo dos vivos e o dos mortos, confiando a cera o poder de preservar a essência do ser.  Ela é transformação pura, flor que vira mel, que vira cera, que vira luz.

As tâmaras eram enterradas com os corpos como alimento para a alma na travessia. As sacerdotisas também utilizavam as tâmaras em rituais de adoçamento, realizando vaporização uterina para nutrir e adoçar a yoni.

As tâmaras e a cera de abelha se encontravam em diversos rituais, e sem abelhas, não existiria essa conexão.

As abelhas são vistas, em diversas culturas, como mensageiras entre mundos. A cera, então, pode ser vista como o rastro sagrado dessas mensageiras, como se cada vela carregasse um pouco da canção das abelhas, da memória das flores, da vibração solar e desse elo entre mundos.Sendo assim, podemos enxergar as abelhas como guias espirituais


Utilizar a cera de abelha hoje é retomar esse fio ancestral de sabedoria, ao tocar ou acender algo feito de cera de abelha, toca-se um mistério milenar que fala de ciclos, de criação e de ancestralidade.

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